domingo, 23 de março de 2025

Plano cita duas novas linhas da CPTM: 24-Quartzo e 25-Topázio

22/03/2025 - Via Trólebus

Por Renato Lobo


Foto Renato Lobo

 
Sumário

Novas Linhas da CPTM
Linha 24-Quartzo
Linha 25-Topázio
Estações Previstas para a Linha 25-Topázio

O governo estadual anunciou recentemente o programa São Paulo nos Trilhos, uma iniciativa que visa ampliar a infraestrutura ferroviária no estado. O projeto engloba a criação de novos eixos de transporte sobre trilhos, com o objetivo de atrair investimentos da iniciativa privada para a modernização e expansão do sistema.

Lançado no ano passado, o programa contempla mais de 40 projetos voltados ao transporte ferroviário de passageiros e cargas, incluindo trens intercidades (TIC), veículos leves sobre trilhos (VLT), trens urbanos e metrô. No total, os investimentos previstos ultrapassam R$ 194 bilhões, cobrindo uma extensão de mais de 1.000 km de novos trilhos.

O site achou uma página da Secretaria de Parcerias e Investimentos que descreve os projetos.

Novas Linhas da CPTM

Duas das novidades planejadas dentro do programa são a Linha 24-Quartzo e a Linha 25-Topázio, propostas para atender regiões atualmente sem cobertura ferroviária, como São Bernardo do Campo, Diadema e Embu das Artes.
Linha 24-Quartzo

Durante o workshop “Inovação e Expansão da Rede de Transportes Públicos da STM”, realizado no Instituto de Engenharia, Alberto Epifani, Coordenador de Planejamento e Gestão do Governo do Estado, revelou o nome da Linha 24-Quartzo, um novo eixo ferroviário planejado para a CPTM.

Ainda em fase inicial de estudos, a nova linha não tem prazo definido para implantação. Segundo Epifani, a proposta avaliada prevê a ligação entre Campo Limpo (com conexão à Linha 5-Lilás) e Alphaville.




Linha 25-Topázio

Outra novidade em análise é a Linha 25-Topázio, anteriormente conhecida como Arco Sul. O projeto, detalhado no documento “Plano Integrado de Transporte Urbano da Região Metropolitana de São Paulo (PITU 2040)”, ao qual o Via Trolebus teve acesso, sugere a criação de um corredor ferroviário conectando São Bernardo do Campo, Diadema, São Paulo e Embu das Artes.

A linha teria capacidade para transportar cerca de 600 mil passageiros por dia, com trens circulando em intervalos de apenas 3 minutos.




Estações Previstas para a Linha 25-Topázio

O traçado proposto inclui as seguintes estações:Embu
Pataxós
Jardim São Marcos
Jardim Vitória
Parque Munhoz
Campo Limpo (conexão com Linha 5-Lilás)
Jardim São Luiz
Guido Caloi
Atlântica
Jurubatuba (conexão com Linha 9-Esmeralda)
Sabará
Yervant
Vila Joaniza
Cidade Ademar
Jardim Miriam
APAE Diadema
Vila Conceição
Casa Grande
Independência
Álvaro Guimarães
São Bernardo do Campo

Não há prazos para o início das obras das novas linhas.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem


17/02/2025 - G1 Campinas e Região

Por Aline Nascimento*, G1 Campinas e Região

Prefeitura afirma que a baixa adesão dos usuários foi um dos fatores para a desativação do modal. Em estudo novo projeto propõe retomar o sistema na cidade.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


Quem olha para Campinas (SP) sem a conhecer a fundo, pode até pensar que os meios de transporte sob trilhos fazem parte apenas dos planos futuros da cidade. Porém, a história da metrópole com os vagões começou muito antes do Trem Intercidades.

Com 7,9 km de extensão por oito estações, um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) circulou por Campinas entre 1990 e 1995. Apesar de ter sido o 1º do país, de acordo com a Prefeitura, o sistema nunca alcançou o esperado em relação ao desempenho e ao número de usuários.

Após 30 anos da última viagem do VLT, completados nesta segunda-feira (17), especialistas explicaram ao g1 quais erros do projeto contribuíram para a desativação precoce.

Hipóteses vão das estações em locais de baixa densidade demográfica, até a falta de integração com terminais de ônibus.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


A construção do VLT foi executada pelo Governo do Estado de São Paulo e pela Prefeitura, em parceria com a empresa ferroviária estatal Fepasa. A linha englobou as estações:

Central, Barão de Itapura, Aurélia, Vila Teixeira (feitas na primeira etapa do projeto); e Parque Industrial, Anhanguera, Pompéia e Campos Elíseos (inauguradas em 1993).

O trajeto contou com oito pontos de embarque e desembarque, mas o plano inicial era que fossem 11. O transporte foi desativado antes que as paradas no Curtume, em Joaquim Villac e no Bonfim fossem entregues.

Ainda conforme a Prefeitura, o modal não conseguiu atingir o número de passageiros esperado. Com a capacidade de transportar até 75 mil pessoas, e com a demanda estimada em 20 mil passageiros diários, o sistema não ultrapassou quatro mil usuários por dia.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


Planejamento casado entre solo e o transporte

A construção do VLT reutilizou a antiga malha ferroviária de um trem que passava na região. Naquele momento, o trilho estava obsoleto e sem usabilidade.

Vanessa Bello, professora de arquitetura da PUC-Campinas com especialidade em modais, define que foi "muito importante Campinas ser pioneira" na implementação do modal no Brasil, e que a reutilização da linha férrea foi uma "iniciativa inovadora para época".

Apesar disso, afirma que a localidade das estações foi determinante para a baixa adesão da população.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


"O trecho da ferrovia [que foi adaptada para o VLT] era um trecho pouco habitado do ponto de vista de densidade residencial. Eram trechos ainda que tinham muitos vazios urbanos ao longo dele, próximo das estações, tinha muito uso industrial. Muitas estações desse trecho foram encaixadas na topografia", explica Vanessa.

A professora avalia que o projeto falhou em não considerar a ligação de origem e destino do usuário para definir a localidade de cada estação. Os pontos de embarque e desembarque foram encaixados dentro do trajeto da antiga linha.

"Faltou ligar origem e destino e ao longo das principais estações. Por isso, tem que fazer um planejamento casado entre o uso do solo e o transporte", finaliza.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


Integração com terminais de ônibus

Nenhuma das oito estações fazia integração com algum terminal ou linha de ônibus. Diogenes Contijo, ex-diretor do departamento de estudos e projetos especiais da Fepasa, atuou no VLT entre 1990 e 1992. Ele afirma que, sem a vinculação com outro transporte local, "ele ia morrer mesmo".

"[Ele não teve adesão] exatamente porque não era alimentado por um sistema circular de ônibus urbanos. Não houve essa integração. Se não há essa integração, ele vai morrer mesmo. Não terá demanda", diz.

De acordo com Diogenes, a integração chegou a ser prevista e sugerida, mas nunca saiu do papel. "A prefeitura deveria ter feito um plano de integração com do sistema de ônibus junto às estações para ter a demanda suficiente para manter o sistema operacional".

Ele reitera que a implementação do modal deve ser conjunta com uma facilidade e um estímulo para que a população passe a utilizá-lo, como bolsões de estacionamento de carros de passeio.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


Cultura das rodas e das rodovias

"É uma pena. Campinas poderia ter um modelo de transporte sob trilhos avançado e sofisticado", diz Diógenes, ao expor que percebe um desinteresse em relação aos modais sob trilhos.

Assim como o caminho do VLT utilizou os trilhos de outro projeto, alguns trechos do seu leito foram reciclados. Pavimentados, eles foram adaptados como parte dos corredores do BRT Campo Grande e BRT Perimetral.

Vanessa lamenta que os transportes sob os trilhos não façam parte da vida da população, atualmente.

"Nós temos a região de Campinas em 3 milhões de pessoas, [o total] da população do Uruguai. Nós temos uma macro metrópole paulista com 30 milhões de pessoas, [o total da] população do Canadá. E nós não temos trem ligando [...] Para mim, esse é o retrato do subdesenvolvimento", afirma a professora Vanessa.

A professora também afirma que os trens oferecem menos riscos a vida que uma rodovia, e também dão maior qualidade de vida a população. "Manter um carro é um gasto excessivo com manutenção, com pedágio, com gasolina, com etanol, né? Então assim, essa classe média podia estar gastando esse dinheiro na qualidade de vida com outras coisas"


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


O que é um VLT?

O Veículo Leve sobre Trilhos, conhecido pela sigla VLT, é um transporte sob trilhos que funciona em um trajeto segregado, assim como um BRT e um metrô. Sob trilhos e ao nível da rua, ele foi pensado para transportar passageiros em uma viagem mais contínua e rápida, sem precisar parar em semáforos e enfrentar o trânsito.

Apesar da semelhança, o modal é diferente de um trem, que geralmente carrega consigo muitos vagões. Como o próprio nome já diz, ele tem a proposta de ser mais leve.

Campinas foi a primeira cidade a ter um exemplar, mas não foi a última. Após a experiência campineira, cidades como Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE) implementaram o modelo em suas ruas.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


VLT Campinas-Sumaré

A experiência de 1990 pode não ser a última. O governo de São Paulo anunciou, em março de 2024, a qualificação de um projeto para implantar um novo VLT entre Campinas e Sumaré (SP). Com um trajeto completamente diferente, ele prevê dois ramais: um de 22 quilômetros de extensão ligando Campinas, Hortolândia e Sumaré outro de 22,4 km entre o Centro da metrópole e o Aeroporto de Viracopos, com ligação direta à estação do futuro trem intercidades

Os investimentos previstos são de R$ 2,6 bilhões, mas não há prazo para implantação.


VLT em Campinas: do pioneirismo ao fracasso, especialistas apontam erros 30 anos após última viagem — Foto: Reprodução/EPTV


*Estagiária sob supervisão de Fernando Evans e Yasmin Castro.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Saiba quantos trens terá a Linha 14-Ônix e intervalo


04/02/2025 - Via Trólebus

Por Renato Lobo

A nova Linha 14-Ônix, que promete conectar Guarulhos e Santo André, contará com uma frota de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).

As audiências públicas da concessão, que também inclui a Linha 10-Turquesa, estão previstas para fevereiro de 2025, nas cidades de São Paulo, Santo André e Guarulhos. A publicação definitiva do edital deve ocorrer em setembro deste ano, com leilão programado para dezembro de 2025.

Frota de VLT

Nos documentos da consulta pública, foi revelado que a frota total será composta por 46 VLTs, incluindo 5 unidades de contingência para o trecho 4, que compreende o percurso entre as estações ABC e Jardim Irene.

Cada VLT terá capacidade para 440 passageiros, comprimento máximo de 45 metros, velocidade de até 80 km/h e acessibilidade com piso baixo, seguindo as normas da ABNT.


Divulgação governo de São Paulo


No trecho entre São Miguel Paulista e Rio das Pedras, o intervalo entre os trens poderá ser de cinco minutos, indicando que será o segmento mais movimentado da linha. Esse trecho terá integração com as Linhas 12-Safira, 11-Coral e 3-Vermelha, além da futura conexão com a Linha 16-Violeta.

Demanda

A Secretaria de Parcerias e Investimentos estima uma demanda de 225 mil passageiros por dia. No trecho inicial, entre Hospital Jardim Helena e Rio das Pedras, a previsão é de 79 mil passageiros diários em um cenário projetado para 2040.

A concessionária responsável pela operação da linha deverá realizar as obras das novas estações, que contarão com plataformas laterais, bloqueios e mezaninos em desnível, garantindo acessibilidade universal em todas as paradas.

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Estado fala em Linha 14 da CPTM com VLT e cita prazo para consulta pública


21/08/2024 - Via Trólebus

Por Renato Lobo




O Secretário de Parcerias de Investimentos de São Paulo, Rafael Benini, informou em entrevista que o Governo do Estado de São Paulo pretende lançar a consulta pública para a concessão das linhas 10-Turquesa e 14-Ônix da CPTM ainda neste ano. As declarações foram feitas à Revista Ferroviária.

Benini também mencionou que a Linha 14 será um “VLT de alta capacidade”, e que a ideia é conceder as duas linhas em conjunto. O projeto do novo serviço contempla a ligação entre Guarulhos e o ABC Paulista. A CPTM projetou o eixo de transporte para atender a região do Jardim Irene, em Santo André, próximo à Vila Luzita. No entanto, estudos do PITU 2024 indicam que a linha pode chegar ao centro de São Bernardo do Campo.

A nova ligação ainda deve atender bairros da Zona Leste de São Paulo, como Sapopemba e Itaquera, além do Bairro dos Pimentas em Guarulhos.

O edital pode ser lançado ainda em 2025, mas após o leilão das linhas 11, 12 e 13, também programado para o ano que vem.

Se o plano do governo estadual se concretizar, a CPTM deixará de operar linhas na Região Metropolitana de São Paulo.

Visitas técnicas

Benini mencionou na entrevista que, antes mesmo da consulta pública das linhas 11, 12 e 13, realizada no mês passado, empresas interessadas nesses ramais já haviam feito visitas técnicas. Segundo ele, isso representa um aprimoramento do processo de concessão, em comparação ao pacote da Linha 7 e Trem Intercidades, quando a visita técnica ocorreu apenas após a consulta pública.

terça-feira, 30 de julho de 2024

Governo Federal reserva R$ 7 milhões para implantação de VLT em Campina Grande


29/07/2024 - Jornal da Paraíba

Por Pedro Pereira

Recursos são oriundos do Orçamento Geral da União. Projeto é sonho antigo dos campinenses, mas que nunca saiu do papel


VLT de Campina Grande pode finalmente sair do papel
Foto Divulgação


O Governo Federal destinou R$ 7,2 milhões para a implantação de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Campina Grande. A informação foi divulgada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) em suas redes sociais.

No início deste mês de julho, o ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT), o que deu início às medidas necessárias para implantação do modal de transporte na cidade.

De acordo com Veneziano, principal articulador das tratativas junto ao Governo Federal, no próximo mês de novembro a União deverá repassar o domínio da linha férrea para o município, este que, por sua vez, dará prosseguimento aos processos de revitalização da malha.

Vale lembrar que a proposta de colocar o projeto em prática surgiu há mais de uma década, ainda durante as campanhas de Veneziano para a prefeitura de Campina Grande.

Em 2011, o senador, ainda como prefeito, autorizou a realização de estudos pela STTP para verificar a viabilidade do projeto.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

O que se sabe sobre nova Linha 14 da CPTM, anunciada por Tarcísio?


09/04/2024 - Via Trólebus


A linha 10-Turquesa, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), deve ganhar uma nova estação para atender a uma demanda antiga dos passageiros de Santo André.

O governador Tarcísio de Freitas esteve na Feira da Fraternidade e autorizou a elaboração dos projetos para a construção da estação ABC. Na ocasião, o Governador ainda anunciou a concessão da Linha 10, junto com a futura linha 14-Ônix, um novo eixo ferroviário projetado pela estatal, que deve promover uma ligação perimetral na Região Metropolitana de São Paulo.Participe do canal do Via Trolebus no WhatsApp

Ambas as linhas devem se cruzar exatamente na futura estação ABC.

O que se sabe sobre o futuro ramal?O novo eixo de transporte poderá operar com trem convencional, assim como as demais linhas de trem. São esperados ao menos 26 composições no trecho. Anteriormente falava-se na operação de um VLT. Antes ainda chegou a ser cogitado um monotrilho;

A linha deve transportar em torno de 600 mil passageiros por dia, o que já coloca a Linha 14 como uma das mais demandadas de trem metropolitano;

Poderá ter 39 quilômetros de extensão e 22 estações;

Deve partir do Jardim Irene, na região da Vila Luzita, em Santo André;

Deve ainda cruzar bairros da Zona Leste de São Paulo, como Sapopemba, Itaquera e São Miguel;

Conecta com a Linha 13-Jade em Guarulhos, na futura estação Bonsucesso.

Estações previstas:


Divulgação STM


Estruturação em 2024

O Governo de São Paulo pretende finalizar estudos do novo eixo até meados de 2025. Durante o Fórum de Debates – Ferrovias em Foco, evento ocorrido em junho de 2023, Augusto Almudin – Diretor de Assuntos Corporativos da Companhia Paulista de Parcerias – CPP, falou que o novo eixo é considerado prioritário, após a implantação do Trem InterCidades eixo norte, entre São Paulo e Campinas.

No caso da Linha 13, o projeto contempla sua expansão até Bonsucesso, e a Linha 14 sendo uma nova ligação entre Santo André e Guarulhos. “Já tem um projeto funcional da CPTM, a gente pretende iniciar a estruturação agora para entregar em 2024”, disse Augusto se referindo a Linha 14.


terça-feira, 5 de março de 2024

Após concessão, Linha 7 da CPTM deixará de atender estações Luz e Brás


05/03/2024 - Veja Mercado

Rota da CPTM que parte de Jundiaí foi leiloada na semana passada pelo governo de São Paulo e integrará sistema do Trem Intercidades ...

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Trens da CPTM na estação da Luz, no centro de São Paulo Foto Mônica Alves/AE/VEJA

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